viernes, enero 22, 2010

Muestra de Virtual Performance en Nau Coclea Cataluña España


Els artistes de la Nau Côclea mostren les seves creacions
JUDIT PUJADÓ - 22/01/2010

Avui a partir de les 19.30 del vespre, els primers residents de l´any al centre de la Nau Côclea de Camallera mostraran el resultat de la seva recerca creativa durant el temps que s´han estat a l´Empordà. Es tracta de diferents performers que utilitzen les noves tecnologies de la informació i la comunicació amb programes com Skipe, per transmetre el fet escènic i construir una història de "migrants i viatgers en les seves vides reals i cibernètiques per parlar-nos sobre l´estranya experiència d´estar en un altre lloc". Els artistes residents, Meret Kiderlen, Carolina Defossé, Ariel Dávila i BiNeural-Monokultur (Christina Ruf) provenen d´Alemanya i Argentina i un cop acabades les performances s´encetarà un debat amb els artistes.


http://www.lavanguardia.es/premium/edicionimpresa/20100122/53876173639.html

domingo, noviembre 29, 2009

Construindo Joao

sábado, noviembre 28, 2009

Espetáculo mistura documentário e ficção no Crato

Espetáculo mistura documentário e ficção no Crato

foto: Adelmar Filho

foto: Adelmar Filho

Construindo João, do casal de estrangeiros BiNeural-MonoKultur,dá oportunidade para público conhecer um pouco mais sobre a vida de cratenses enquanto acompanha peça encenada nas ruas

Quais são os limites entre o real e o fictício? Difícil responder; mais ainda para quem acompanha Construindo João, do casal Ariel Dávilla e Christina Ruf, o BiNeural-MonoKultur. A “intervenção cênica documental”, como os dois chamam o espetáculo, mistura ficção à vida real de alguns moradores da cidade de Crato, onde a obra é encenada.

João, interpretado pelo ator de Juazeiro do Norte Joseph Olegário, é um homem que sai pelas ruas de Crato em busca de uma mulher desaparecida. Nessa procura, ele sai da casa de “Dona Côca”, na Rua José Carvalho, e passa por locais como o Sebo Kariri, o Salão Belezarte e a Barberia Salon Elite, onde a peça é encerrada. O público, por sua vez, segue João ouvindo a narração da trama em fones de aparelhos de MP3.

No trajeto, quem assiste ao espetáculo tem a oportunidade de conhecer não só a história de João, mas também dos cratenses que participam da peça interpretando a si próprios. Esse mecanismo de criação obrigou o argentino Ariel e a alemã Christina a realizarem uma pesquisa na cidade de Crato antes de finalizarem o texto da “peça”.

“Precisamos chegar aqui dez dias antes da mostra; pois a gente tinha um pré-roteiro elaborado e o resto foi escrito a partir de entrevistas feitas na cidade. Dessa maneira, os espectadores podem conhecer um pouco mais da vida de pessoas que moram e trabalham ali, enquanto acompanham a história de João”, explica Ariel.

Ainda há tempo para saber o resultado das buscas da personagem e ter uma pequena noção da realidade dos cratenses que “atuam” na peça. Basta ir à casa de Dona Côca, na Rua José Carvalho, no Crato, às 15h30, 16h30 ou 17h30. Mas é bom não perder tempo, pois a obra só é encenada até quinta-feira (19) e tem público limitado a oito pessoas por apresentação.

Por João Noé

viernes, noviembre 13, 2009

Construindo João- Intervenção cênica com os moradores de Crato, Ceará.


BiNeural-MonoKultur apresenta:
Construindo João- Intervenção cênica com os moradores de Crato, Ceará.

(Mostra de Artes SESC CARIRI – 2009.)

...Ele poderia se chamar João, ou talvez Carlos ou Marcelo. Ele não é daqui.
Como o chamamos? Joao? Carlos? Marcelo?
Pelo momento chamaremos ele de João.

Ele percorre uma rua em Crato, procurando entre os moradores uma resposta.
O que será que traz ele até aqui? Quem ele é?

Seguiremos ele...

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Horários: 15:30 / 16:30 / 17:30

Todos os dias da Mostra (13. - 20.11.09) - exepto domingo!!!

Ponto de encontro: Casa da Dona Côca, Rua José Carvalho esqu. Rua da Penha. Crato, Ceará. Brasil.

Cupo limitado (8 pessoas)


Com:
Maria "Côca" do Socorro Silva
Samara Inácio
Maria Silvania Siebra David
Maria Corrinha do Socorro Araújo
Marlene Eneide Go
nçales dos Santos
José Alves
e

Joseph Olegario (ator)

Mostra de Artes SESC Cariri en Crato, Ceará, Brasil! 13.-20.11.2009.

-> http://mostracariri.wordpress.com

jueves, octubre 08, 2009

Nota sobre Alias Gospodin por Cultura Flux

ALIAS GOSPODÍN

Cara a cara con el capital

gospodin

Telones en movimiento en la ciudad de Córdoba. La simultaneidad del VII Festival Internacional de Teatro del MERCOSUR y el Festival Clandestino de Teatro Independiente colman las noches de historias diversas. Alias Gospodín es una de ellas. Con funciones en ambos festivales, la obra pone en escena la dramaturgia alemana disparando un teatro político acorde a nuestro tiempo.
Lucía Maina - luciamainaeci@yahoo.com.ar
Desde su vida posmoderna en una sociedad globalizada, Gospodín desliza fragmentos de resistencias al sistema capitalista que todo lo abarca.
Frente a la omnipotencia de un sistema guiado por el dinero, el protagonista de la obra va buscando nuevas y extrañas formas de vida que le permitan burlarse de las múltiples imposiciones del capital. El absurdo y la ironía atraviesan sus intentos, fragmentados e individualistas, carentes de sentido. Un humor a lo posmoderno. Su primer alternativa, trabajar en forma independiente mediante las fotos a una llama, se frustra cuando Greenpeace le confisca al animal. Su medio de subsistencia desaparece.
Gospodín planea nuevas salidas, se frustra y vuelve a abrir grietas. Todo le indica que debe ceder a las tentaciones de la propiedad privada. Sus seres queridos, “mezquinos burgueses” como el los llama, intentan insertarlo en algún trabajo, despertar en él la codicia o aprovecharse de su desapego hacia lo material. Así va entregando los pocos objetos que poseía; su departamento está cada vez más vacío. Pero los billetes le pisan los talones. Él crea nuevos dogmas que le permitan subsistir prescindiendo de la gran máquina de la economía. “Agarrar al capitalismo por los huevos”, ese es su gran objetivo.

gospodinEscrita por el autor alemán Philipp Löhle, la obra se burla al mismo tiempo del ciego y desesperado deseo por el dinero, como de las absurdas formas en que actualmente se busca escapar de él. Bajo el lema de la libertad de consumo, un gran sistema nos aplasta en cada decisión. Un cuestionamiento a las promesas publicitarias de la sociedad actual. De cualquier manera, el origen europeo de la trama marca las diferencias de contexto, dejado en el olvido la forma que el capitalismo adquiere en la realidad latinoamericana.
Con la creativa escenografía de Valeria Urigu e interesantes recursos audiovisuales, Alias Gospodín alterna la representación actoral con las voces de relatores omniscientes que despiertan la imaginación en clave literaria. Dirigida por el cordobés Ariel Dávila e interpretada por Adrián Azaceta, Mariana Bonadero y Xavier del Barco, la obra recibió el premio de dramaturgia de la Deutsche Industrie y fue nominada para el Dramatikerpreis de Mülheim.
Luego de presentarse en el Festival Clandestino de Teatro Independiente, Alias Gospodín se presenta el lunes 5 y martes 6 de Octubre a las 21:30 hs. en DocumentA/Escénicas (Lima 364) en el marco del VII Festival Internacional de Teatro MERCOSUR 2009.

sábado, agosto 01, 2009

X Homes: The Homemakers

X Homes: The Homemakers
Here can read a part of the article written by Renate Klett in english. The entire article you find in the link below.

http://www.goethe.de/uun/bdu/en4777333.htm


Police operation: reality overruns fiction

Every stop, every experience is different and by evening, you are filled to the brim with impressions and thoughts – not to mention the intensity of urban life. X Homes is exhausting, but incomparable. Then, at Ariel Davila’s production, reality overruns any fiction. He wanted to work with the homeless who are squatters in a vacant high-rise. On the second day of rehearsals, the house was cleared by the police and over one hundred families camped out on a bridge stairwell, and then were sent to an old warehouse, which they furbished in a makeshift way. Now, they receive their visitors there. Davila, transformed from director to documentary-maker, has hung his photographs on clotheslines and shows a film about the events. The homeless people, many of them employed but so underpaid that they cannot afford a place to live, are pugnacious and well organized. They will probably occupy yet another high-rise – enough of them stand empty.

viernes, julio 31, 2009

Im Dickicht der Stadt (Renate Klett)

Im Folgenden ein Auszug aus dem Artikel von Renate Klett in der NZZ vom 16.07.09. Der ganze Artikel kann unter unten stehenden Link eingesehen werden:


http://www.nzz.ch/nachrichten/kultur/buehne/im_dickicht_der_stadt_1.3032485.html

Schnittstellen

Und dann geht einem die Schnittstelle von Kunst und Leben endgültig verloren. Ariel Davila sollte in einem von der Obdachlosenorganisation FLM besetzten Hochhaus arbeiten. Kurz vor Beginn der «X Moradias» wurde das Haus von der Polizei geräumt, und der Inszenator verwandelte sich zwangsläufig in einen Dokumentaristen. Die mehr als hundert vertriebenen Familien campierten tageund nächtelang auf einer Brückentreppe, dann wurde ihnen ein verlassenes zugemülltes Lagerhaus zugewiesen, das sie ausräumten und mit notdürftigen Küchen- und Schlafplätzen versahen. Dort besuchen wir sie nun, betrachten die an
Wäscheleinen aufgehängten Fotos Davilas, sehen einen TV-Bericht über die Ereignisse, lassen uns ihre Geschichte erzählen: Die meisten von ihnen gehen arbeiten, verdienen aber so wenig, dass sie sich eine Wohnung nicht leisten können. Und plötzlich stehen wir mitten im Leben statt in der Kunst. Es ist die aufwühlendste, verunsicherndste Begegnung der drei Tage: die Wohnung, die fehlt– ein Work in Progress. Denn kämpferisch, wie sie ist, wird die FLM sicher bald ein anderes der vielen leerstehenden Hochhäuser São Paulos besetzen und von dort
ihre Version von «X Wohnungen» in die Welt schreien.

domingo, julio 05, 2009

Skypeme up to the stars cut

jueves, julio 02, 2009

Quem nao luta esta morto - X Moradias - X Wohnungen - MSTC-FLM

Quem Nao Luta está morto-Video para X- Moradias Sao Paulo.


lunes, junio 15, 2009

"X-Moradias" Sao Paulo


Encenação "X-Moradias"
Ficção e realidade se misturam numa missão de descoberta da cidade
Teatro

23 a 27 de junho, 2009 a partir de 14h e 19h SESC Consolação Rua Dr. Vila Nova, 245 Recomendação etária: a partir de 16 anosIngressos: R$ 2 a R$ 10Tel. 11 3234 3000 cultura@saopaulo.goethe.org

Entrar na casa de alguém desconhecido e presenciar uma intervenção artística - uma mini-peça de teatro, uma performance, uma instalação, ou da documentação do cotidiano real dos próprios moradores. Esta é a idéia de X Moradias, que acontecerá entre os dias 24 e 27 de junho em São Paulo, revelando uma inusitada cidade e seus surpreendentes protagonistas. Os participantes de X Moradias São Paulo irão explorar a pé um percurso por vários apartamentos e outros tipos de moradias nos bairros de Santa Cecília, República, Consolação, Higienópolis e Bela Vista, tendo como ponto de partida o SESC Consolação.

Os espectadores – 2 a cada vez - escolhem um dos três percursos distintos que os conduzem a sete residências. Eles e recebem descrições detalhadas dos caminhos e talvez descubram o cotidiano do cidadão paulistano, seu rosto, biografia, as estruturas arquitetônicas e sociais de sua moradia. Uma mistura de ficção e realidade, teatro e dia a dia, intimidade e espetáculo.

Idealizada por Matthias Lilienthal, diretor artístico do teatro Hebbel am Ufer (HAU) da Alemanha, X Moradias já foi apresentada nas cidades de Duisburg, Berlim, Istambul e Caracas, e conta com a participação de artistas nacionais e internacionais, além dos próprios moradores.


Entre os artistas brasileiros confirmados para X Moradias São Paulo estão o ator e diretor teatral Enrique Diaz, a atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, a artista de mídia-arte Giselle Beiguelman. Entre os convidados internacionais estão a dupla de arquitetos Ralf de Moll e Christiane Dellbrügge (Berlim), o performer Simon Will do grupo britânico-alemão Gob Squad, o dramaturgo e diretor teatral americano Richard Maxwell do grupo “The New York City Players”, Ariel Davila do grupo argentino BiNeural-MonoKultur e o dramaturgo e diretor teatral Rodrigo García, do La Carnicería Teatro, de Madri.