
Consultorio de Dramaturgia.
Consultorio de Dramaturgia
CONSULTORIO DE DRAMATURGIA Dramaturgo Consultor : Ariel Dávila. Seguimiento de procesos de escritura teatral via e-mail o presencial Estás e...
jueves, julio 02, 2009
lunes, junio 15, 2009
"X-Moradias" Sao Paulo
Encenação "X-Moradias"
Ficção e realidade se misturam numa missão de descoberta da cidade
Teatro
Ficção e realidade se misturam numa missão de descoberta da cidade
Teatro
23 a 27 de junho, 2009 a partir de 14h e 19h SESC Consolação Rua Dr. Vila Nova, 245 Recomendação etária: a partir de 16 anosIngressos: R$ 2 a R$ 10Tel. 11 3234 3000 cultura@saopaulo.goethe.org
Entrar na casa de alguém desconhecido e presenciar uma intervenção artística - uma mini-peça de teatro, uma performance, uma instalação, ou da documentação do cotidiano real dos próprios moradores. Esta é a idéia de X Moradias, que acontecerá entre os dias 24 e 27 de junho em São Paulo, revelando uma inusitada cidade e seus surpreendentes protagonistas. Os participantes de X Moradias São Paulo irão explorar a pé um percurso por vários apartamentos e outros tipos de moradias nos bairros de Santa Cecília, República, Consolação, Higienópolis e Bela Vista, tendo como ponto de partida o SESC Consolação.
Os espectadores – 2 a cada vez - escolhem um dos três percursos distintos que os conduzem a sete residências. Eles e recebem descrições detalhadas dos caminhos e talvez descubram o cotidiano do cidadão paulistano, seu rosto, biografia, as estruturas arquitetônicas e sociais de sua moradia. Uma mistura de ficção e realidade, teatro e dia a dia, intimidade e espetáculo.
Idealizada por Matthias Lilienthal, diretor artístico do teatro Hebbel am Ufer (HAU) da Alemanha, X Moradias já foi apresentada nas cidades de Duisburg, Berlim, Istambul e Caracas, e conta com a participação de artistas nacionais e internacionais, além dos próprios moradores.
Entre os artistas brasileiros confirmados para X Moradias São Paulo estão o ator e diretor teatral Enrique Diaz, a atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, a artista de mídia-arte Giselle Beiguelman. Entre os convidados internacionais estão a dupla de arquitetos Ralf de Moll e Christiane Dellbrügge (Berlim), o performer Simon Will do grupo britânico-alemão Gob Squad, o dramaturgo e diretor teatral americano Richard Maxwell do grupo “The New York City Players”, Ariel Davila do grupo argentino BiNeural-MonoKultur e o dramaturgo e diretor teatral Rodrigo García, do La Carnicería Teatro, de Madri.
Entrar na casa de alguém desconhecido e presenciar uma intervenção artística - uma mini-peça de teatro, uma performance, uma instalação, ou da documentação do cotidiano real dos próprios moradores. Esta é a idéia de X Moradias, que acontecerá entre os dias 24 e 27 de junho em São Paulo, revelando uma inusitada cidade e seus surpreendentes protagonistas. Os participantes de X Moradias São Paulo irão explorar a pé um percurso por vários apartamentos e outros tipos de moradias nos bairros de Santa Cecília, República, Consolação, Higienópolis e Bela Vista, tendo como ponto de partida o SESC Consolação.
Os espectadores – 2 a cada vez - escolhem um dos três percursos distintos que os conduzem a sete residências. Eles e recebem descrições detalhadas dos caminhos e talvez descubram o cotidiano do cidadão paulistano, seu rosto, biografia, as estruturas arquitetônicas e sociais de sua moradia. Uma mistura de ficção e realidade, teatro e dia a dia, intimidade e espetáculo.
Idealizada por Matthias Lilienthal, diretor artístico do teatro Hebbel am Ufer (HAU) da Alemanha, X Moradias já foi apresentada nas cidades de Duisburg, Berlim, Istambul e Caracas, e conta com a participação de artistas nacionais e internacionais, além dos próprios moradores.
Entre os artistas brasileiros confirmados para X Moradias São Paulo estão o ator e diretor teatral Enrique Diaz, a atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, a artista de mídia-arte Giselle Beiguelman. Entre os convidados internacionais estão a dupla de arquitetos Ralf de Moll e Christiane Dellbrügge (Berlim), o performer Simon Will do grupo britânico-alemão Gob Squad, o dramaturgo e diretor teatral americano Richard Maxwell do grupo “The New York City Players”, Ariel Davila do grupo argentino BiNeural-MonoKultur e o dramaturgo e diretor teatral Rodrigo García, do La Carnicería Teatro, de Madri.
martes, junio 09, 2009
Proyecto VIRTUAL PERFORMANCES

Proyecto VIRTUAL PERFORMANCES - laboratorio teatral-virtual (Argentina, Alemania)
Part II - “Skype me up to the stars”
una intervención teatral-virtual en el Museo Astronómico “D.F. Sarmiento-Dr. B.A. Gould” del Observatorio Astronómico de la UNC en Córdoba y - un café en Buenos Aires
En el marco del festival de teatro “Amateurtheatertage im Lofft”, Leipzig (Alemania)Concepción y dirección:Meret Kiderlen (Leipzig, Alemania) y BiNeural-MonoKultur (Ariel Dávila y Christina Ruf)
Somos un grupo de varios artistas en una etapa de experimentación y desarrollo de un nuevo proyecto internacional. Por ahora están involucrados en el proceso artistas de Argentina (Córdoba y Buenos Aires) y de Alemania (Leipzig), pretendemos integrar más colaboradores de otras naciones en futuras etapas del trabajo. El proyecto a desarrollar es un cruce de disciplinas, lleva elementos de teatro, de artes visuales y de intervención pública. Experimenta con medios tecnológicos como herramienta artística, y busca explorar las nuevas posibilidades de comunicación mediante NTICs así como reflexionar sobre las consecuencias de éstas. Está situado en el límite entre la ficción y la no-ficción, cercano al teatro documental, y se interesa por integrar las ciencias al arte o el arte a las ciencias.
La primera experiencia fue realizado para el tercer Festival de Cine Argentino en Leipzig en febrero del 2009. Tratamos de acercarnos al medio desde el punto de vista cinematográfico, debido al marco en el cual tuvo lugar.La próxima etapa consiste en la transmisión desde Córdoba y Buenos Aires a Leipzig haciendo uso de la conmemoración del Año Internacional de la Astronomia.
con:
BUENOS AIRES:ASTRÓLOGA Carolina Defossé VIDEO Ivo Aichenbaum ASESORAMIENTO ASTROLÓGICO Willy Gugliermo
CÓRDOBA:ASTRÓNOMO Hernán Rossi Fraire MÚSICA Guillermo Ceballos ASESORAMIENTO ASTRONÓMICO Guillermo Goldes
LEIPZIG:ASISTENTE DE DIRECCIÓN Judith Schrodtkötter ASESORAMIENTO María Cabrera Rivero ASISTENTE DE PRODUCCIÓN Claudia Gartner, Franziska Janetzky RECEPCIÓN Annemarie Saß, Enrico Michelini, María Cabrera Rivero TÉCNICA DE VIDEO Matthias Gruner FOTOGRAFÍA Paúl Escobar TECNICA DE RED Alexander Gross
Gracias al observatorio Sternwarte Eilenburg y al Museo Astronómico „D. F. Sarmiento – Dr. B. A. Gould“ del Observatorio Astronómico de la Universidad Nacional de Córdoba.Idioma: Inglés
lunes, junio 01, 2009
AUdiotour Araraquara "Pio Lourenço - O rastro das palavras"

AUDIOTOUR FICCIONAL
"Pio Lourenço - O rastro das palavras"
Severino vem à Araraquara para o que parece ser a última estpa de uma misteriosa investigação iniciada na Amazônia.Cabe a você ajudá-lo a seguir os rastros das palavras nesta rapsódia literária pelo universo de Pio Lourenço e Mario de Andrade.
De 29/05 a 30/06/09Terça a sexta, das 14h às 17 h, sábados das 9h30 às 10h45.Exceto feriados.Turnos indiviuais com saída na Central de
Atendimento do SESC Araraquara.Gratis. Vagas Limitadas.Agendamento de horários de terça a sexta, das 13h às 21h na Central de Atendimento.
Recomendações ao “audioturista”
- É necessário trazer RG (ou outro documento oficial com foto) para retirar o aparelho de MP3
- Todos os participantes devem estar no local de início 10 minuntos antes do horário marcado (caso contrário não poderá participar da experiência)
- Usar roupas e calçados confortáveis para a caminhada.
Idade recomendada: a partir de 16 anos.
Ficha técnica
Conceito, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf
Produção geral e tradução: Felipe Gonzalez
Desenho sonoro, música original e edição: Guillermo Ceballos
Elenco: Ricardo Dimas, Alcindo Sabino e Beto Severiano
Participação: Iracema de Carvalho
Agradecimentos: Célio Gardini, Prof. Luis Amarel, e equipe do SESC Araraquara
Co-produção: BiNeural-MonoKultur e Difusa Fronte(i)ra
Contacto: bineuralmonokultur@gmail.com / info@difusafronteira.com
SESC Araraquara, Rua Castro Alves, 1315Fone (16) 3301-7520
Contacto: bineuralmonokultur@gmail.com / info@difusafronteira.com
SESC Araraquara, Rua Castro Alves, 1315Fone (16) 3301-7520
domingo, mayo 31, 2009
Critica La voz del Interior

Berlín no cree en los rebeldes
Beatriz Molinari
De nuestra Redacción
bmolinari@lavozdelinterior.com.ar
“Alias Gospodin”
Calificación: bueno
Autor: Philipp Löhle.
Dirección: Ariel Dávila.
Escenografía: Valeria Urigu.
Diseño sonoro: Guillermo Ceballos.
Intérpretes: Xavier del Barco, Mariana Bonadero y Adrián Azaceta.
Sala Azucena Carmona del Teatro Real.
Si hay un pasaporte al teatro político, el sellado lleva a Alemania. Esa mirada que aparece bajo distintas formas en dramaturgos más o menos “terribles” (Roland Schimmelpfennig, René Pollesch, Marius Von Mayenburg) se asocia, además, a la tendencia al texto y a la escritura narrativa, como cuña en el guión dramático. Así de expositivo y directo, bajo una capa de ironía, Alias Gospodin es un exponente de literatura dramática alemana actual.
Philipp Löhle (1978, Ravensburg) inventa una historia graciosa que carga al protagonista de ironía, desde donde se lo mire. Gospodin tiene una llama. Es su medio de vida porque toma fotos y así puede zafar del empleo formal. No le va mal, eso dice, como cuentapropista, hasta que Greenpeace le quita la llama. El panorama inicial no puede ser más alentador, desde el punto de vista dramático: nuestro héroe se tambalea frente al abismo laboral y existencial.
El director cordobés Ariel Dávila pone en escena la obra de Löhle y para eso dinamiza el espacio a través de dos estrategias: una pantalla donde proyecta imágenes fijas y móviles, y el juego de los tres actores que se reparten los personajes. Si bien Xavier Del Barco es el protagonista, el mismo Gospodin, la estructura de la obra reparte texto, contexto y crítica en los roles que desempeñan Mariana Bonadero y Adrián Azaceta.
La actriz sobresale del trío por la capacidad extraordinaria de crear la ilusión de realidad. Cuenta lo que pasa, cambia de personaje y siempre encanta al espectador.
Azaceta también debe ser narrador y parte, aunque la marcación para el actor es más estereotipada. Tanto él, como Del Barco, proponen una actuación epidérmica, una sucesión de estados con diferente grados de agitación. Gospodin expresa su disconformidad con el sistema en general y con cada uno de los seres de su entorno en particular: mujer, madre, amigos. De esa manera el dramaturgo va trazando el recorrido de un personaje en su laberinto, cercado por la inercia del mundo capitalista que ya no genera bienestar.
La crítica al sistema surge en la obra como recurso lúdico pero no tiene la fuerza corrosiva de Pollesch, por ejemplo. En Alias Gospodin, Löhle ofrece un texto que resigna la acción para inclinarse hacia el discurso y la argumentación, casi ortodoxa.
Para conocer un texto contemporáneo alemán.
Una virtud: la puesta y Mariana Bonadero.
Un pecado: el registro abusa de lo narrativo.
Beatriz Molinari
De nuestra Redacción
bmolinari@lavozdelinterior.com.ar
“Alias Gospodin”
Calificación: bueno
Autor: Philipp Löhle.
Dirección: Ariel Dávila.
Escenografía: Valeria Urigu.
Diseño sonoro: Guillermo Ceballos.
Intérpretes: Xavier del Barco, Mariana Bonadero y Adrián Azaceta.
Sala Azucena Carmona del Teatro Real.
Si hay un pasaporte al teatro político, el sellado lleva a Alemania. Esa mirada que aparece bajo distintas formas en dramaturgos más o menos “terribles” (Roland Schimmelpfennig, René Pollesch, Marius Von Mayenburg) se asocia, además, a la tendencia al texto y a la escritura narrativa, como cuña en el guión dramático. Así de expositivo y directo, bajo una capa de ironía, Alias Gospodin es un exponente de literatura dramática alemana actual.
Philipp Löhle (1978, Ravensburg) inventa una historia graciosa que carga al protagonista de ironía, desde donde se lo mire. Gospodin tiene una llama. Es su medio de vida porque toma fotos y así puede zafar del empleo formal. No le va mal, eso dice, como cuentapropista, hasta que Greenpeace le quita la llama. El panorama inicial no puede ser más alentador, desde el punto de vista dramático: nuestro héroe se tambalea frente al abismo laboral y existencial.
El director cordobés Ariel Dávila pone en escena la obra de Löhle y para eso dinamiza el espacio a través de dos estrategias: una pantalla donde proyecta imágenes fijas y móviles, y el juego de los tres actores que se reparten los personajes. Si bien Xavier Del Barco es el protagonista, el mismo Gospodin, la estructura de la obra reparte texto, contexto y crítica en los roles que desempeñan Mariana Bonadero y Adrián Azaceta.
La actriz sobresale del trío por la capacidad extraordinaria de crear la ilusión de realidad. Cuenta lo que pasa, cambia de personaje y siempre encanta al espectador.
Azaceta también debe ser narrador y parte, aunque la marcación para el actor es más estereotipada. Tanto él, como Del Barco, proponen una actuación epidérmica, una sucesión de estados con diferente grados de agitación. Gospodin expresa su disconformidad con el sistema en general y con cada uno de los seres de su entorno en particular: mujer, madre, amigos. De esa manera el dramaturgo va trazando el recorrido de un personaje en su laberinto, cercado por la inercia del mundo capitalista que ya no genera bienestar.
La crítica al sistema surge en la obra como recurso lúdico pero no tiene la fuerza corrosiva de Pollesch, por ejemplo. En Alias Gospodin, Löhle ofrece un texto que resigna la acción para inclinarse hacia el discurso y la argumentación, casi ortodoxa.
Para conocer un texto contemporáneo alemán.
Una virtud: la puesta y Mariana Bonadero.
Un pecado: el registro abusa de lo narrativo.
martes, mayo 19, 2009
lunes, mayo 18, 2009
lunes, abril 20, 2009
Estreno "Alias Gospodin"

ALIAS GOSPODIN
de Philipp Löhle
de Philipp Löhle
Desde que Greenpeace confiscó su llama, Gospodin sufre una serie de acontecimientos que transformarán su vida. Su círculo de amistades saqueará sus últimas pertenencias, pero Gospodin no claudicará, el sistema no podrá con él. Decide escribir su manifiesto en la gris y vacía pared que mira en sus desayunos. De ahora en más sus principios prevalecerán cueste lo que cueste, pero alguien le deja un encargo que cambiará la relación con su entorno. ¿Podrá Gospodin luchar solo contra el capital?
“Alias Gospodin” fue premiada en el Theatertreffen de Berlin, y recibió el premio de dramaturgia de la Deutsche Wirtschaft 2007. Philipp Löhle (1978) apunta a un nuevo teatro político donde el humor y el absurdo combinan con una mirada de joven dramaturgo sobre la globalización y el consumo.
“Alias Gospodin” fue premiada en el Theatertreffen de Berlin, y recibió el premio de dramaturgia de la Deutsche Wirtschaft 2007. Philipp Löhle (1978) apunta a un nuevo teatro político donde el humor y el absurdo combinan con una mirada de joven dramaturgo sobre la globalización y el consumo.
Con: Xavier del Barco, Mariana Bonadero y Adrian Azaceta.
Dirección : Ariel Dávila.
Dramaturgista y Asistencia de dirección: Christina Ruf
Escenografía: Valeria Urigu
Video: Hernán Rossi
Diseño sonoro: Guillermo Ceballos.
Dirección : Ariel Dávila.
Dramaturgista y Asistencia de dirección: Christina Ruf
Escenografía: Valeria Urigu
Video: Hernán Rossi
Diseño sonoro: Guillermo Ceballos.
Estreno Viernes 8 de Mayo.
Viernes 8,15,22 y 29 de mayo.
Sábados: 9,16,23 y30 de mayo.
Horario : 21:30 hs
Sala Azucena Carmona ,Teatro Real.
Producción : Instituto Goethe.
Viernes 8,15,22 y 29 de mayo.
Sábados: 9,16,23 y30 de mayo.
Horario : 21:30 hs
Sala Azucena Carmona ,Teatro Real.
Producción : Instituto Goethe.
viernes, enero 23, 2009
viernes, diciembre 12, 2008
Programa de Posgrado de Formación en Dramaturgia

Programa de Posgrado de Formación en Dramaturgia
Programa de Posgrado
de Formación en Dramaturgia
Coordinadora académica: Lic. Soledad González
Docentes dictantes: Gonzalo Marull, Ariel Dávila y S.González
La Secretaría de Posgrado y el Centro de Producción Artística (CEPIA) de la Escuela de Artes de la Facultad de Filosofía y Humanidades de la Universidad Nacional de Córdoba, inaugurarán en 2009 el Programa de Posgrado de Formación en Dramaturgia con los objetivos de formar dramaturgos/as con nivel artístico, académico y sentido crítico, sensibles a lo regional y universal y abrir un espacio de creación, intercambio, reflexión e investigación sobre modalidades dramatúrgicas a lo largo de la historia, interrogando la contemporaneidad.
La dramaturgia constituye una instancia de articulación entre las especialidades que participan del hecho teatral por lo que requiere un enfoque interdisciplinario. En esta propuesta el acento está puesto en el análisis de textos y de obras llevadas a escena, indagando sobre los modos de correspondencia texto/escena a lo largo de la historia y en la práctica contemporánea de esta escritura en particular. De este modo, el programa busca favorecer la formación continua de artistas que puedan desempeñarse tanto en la práctica como en el ámbito de la docencia.
Descagar programa completo desde: www.ffyh.unc.edu.ar/posgrado
--------------------------------------------------------------------------------
Informes
Diciembre 2008 y febrero 2009
Inscripciones
Marzo 2009
Pabellón Residencial
Facultad de Filosofía y Humanidades
Tel: 4334260
cursos@ffyh.unc.edu.ar
Programa de Posgrado
de Formación en Dramaturgia
Coordinadora académica: Lic. Soledad González
Docentes dictantes: Gonzalo Marull, Ariel Dávila y S.González
La Secretaría de Posgrado y el Centro de Producción Artística (CEPIA) de la Escuela de Artes de la Facultad de Filosofía y Humanidades de la Universidad Nacional de Córdoba, inaugurarán en 2009 el Programa de Posgrado de Formación en Dramaturgia con los objetivos de formar dramaturgos/as con nivel artístico, académico y sentido crítico, sensibles a lo regional y universal y abrir un espacio de creación, intercambio, reflexión e investigación sobre modalidades dramatúrgicas a lo largo de la historia, interrogando la contemporaneidad.
La dramaturgia constituye una instancia de articulación entre las especialidades que participan del hecho teatral por lo que requiere un enfoque interdisciplinario. En esta propuesta el acento está puesto en el análisis de textos y de obras llevadas a escena, indagando sobre los modos de correspondencia texto/escena a lo largo de la historia y en la práctica contemporánea de esta escritura en particular. De este modo, el programa busca favorecer la formación continua de artistas que puedan desempeñarse tanto en la práctica como en el ámbito de la docencia.
Descagar programa completo desde: www.ffyh.unc.edu.ar/posgrado
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Informes
Diciembre 2008 y febrero 2009
Inscripciones
Marzo 2009
Pabellón Residencial
Facultad de Filosofía y Humanidades
Tel: 4334260
cursos@ffyh.unc.edu.ar
miércoles, noviembre 19, 2008
Debate, multiplicação e MP3

por Alessandro Atanes
Prova de que a ficção literária pode se manifestar para além do suporte livro é À deriva, um audiotour ficcional que começou no Sesc no último sábado (15). A experiência consiste em o audioturista, a partir da área de convivência do Sesc e com um tocador de MP3 no bolso, seguir a história e as instruções narradas.
Logo no início, isolado do mundo exterior pelos fones de ouvido, o audioturista é levado para uma paranóica história de teoria da conspiração, em que ocorre o desaparecimento de um urbanista, Walter Hiroshi, autor de um projeto criado para garantir a manutenção da qualidade de vida em Santos mesmo com a chegada de milhares de trabalhadores desde as descobertas do petróleo e gás.
A trama começa com o desaparecimento de Hiroshi e o narrador convida o audioturista a procurar pistas pelo Sesc e pelas imediações do bairro Aparecida em um enredo permeado de informações históricas, além de poesias de Roldão Mendes Rosa e Narciso de Andrade.
O bairro da Aparecida é o espaço da trama do audiotour ficcionalÀ deriva é uma co-produção de BiNeural-MonoKulttur e Difusa Fronte(i)ra. O roteiro, a direção e o conceito da idéia são de Ariel Dávila e Christina Ruf; música, som e edição de Guillermo Ceballos; produção e tradução de Felipe Gonzalez; grupo criativo que fabulou uma história fantástica a partir de informações históricas e literárias da cidade (algumas repassadas por mim). Os narradores são Daniel Lopes e Simone de Melo, outros dois nomes santistas.
* Alessandro Atanes, jornalista, é mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público licenciado do município de Cubatão, presta serviços de assessoria de comunicação ao Sebrae-SP. alessandroatanes@correios.net.br
Radioteatro

20 y 21 NOV // 20.30 hs
“La grieta del sistema” RadioteatroEmitido por Radio Universidad
Presentación en vivo en el Centro Cultural España Córdoba
“La grieta del sistema” RadioteatroEmitido por Radio Universidad
Presentación en vivo en el Centro Cultural España Córdoba
20 y 21 de noviembre // 20.30 hs.
Los capitulos se pueden escuchar en:
Escrito por:Ariel Dávila y Gonzalo Marull
Coordinación general, guión y composición musical y sonora:José Halac Sinopsis:
En pleno verano cordobés a Juan Adrián se le corta la luz. Para un joven quedarse sin luz es la perdición. Para no aburrirse decide hablar por teléfono. En su familia usan telefonía con tarjeta perteneciente a la empresa Télemoc. La última tarjeta ya no tiene saldo. Decide marcar números al azar. Prueba un rato y la contestadora le da $10 de saldo. Eufórico llama al “gordo” Carlos, su mejor amigo, quien lo reta por haber robado un saldo que podría pertenecer a una persona necesitada. Juan Adrián decide devolverle a Télemoc los $2 que ha gastado. Grave error. Comienza la pesadilla.
Personajes:Giovanni Quiroga: Gordo Carlos, Hombre de voz rasposa
Luis Jara: Supervisor, Suárez
Mariana Amman: Secretaria
Lorena Cavichia: Locutora de Télemoc
Martín Dahir: Juan Adrián
Rocío Molineli: Instructora de castellano neutro MING YU
(en Episodio 2) Los episodios 1 y 2 del radioteatro se emitirán por AM 580 Radio Universidad (http://www.580am.com.ar/) los siguientes días: martes 4, jueves 6, martes 11, jueves 13 y martes 18 de noviembre a las 17 hs. durante la transmisión del programa “La Galera”.El episodio final, se presentará en vivo en el CCEC el jueves 20 de noviembre a las 20.30 hs. y se realizará una transmisión simultánea por AM 580 Radio Universidad. El viernes 21 de noviembre a las 20.30 hs. también se presentarán los actores sin emisión radial.Noviembre en el Centro Cultural España Córdoba con Radio Universidad
martes, noviembre 11, 2008
A Deriva
Audiotour FiccionalUma experiência sonora Individual
Neocitas, um novo projeto urbanístico para Santos desaparece junto com o seu criador, Walter Hiroshi. A contagem regressiva definitiva para o futuro da cidade foi disparada e cabe a você seguir os passos guiados por uma máquina na revelação de um grande segredo.
Em que consiste o projeto de Hiroshi?
Que interesse alguém poderia ter em impedi-lo?
O que você poderá fazer para salvar o Neocitas?
Audiotour Ficcional
Uma experiência sonora individual que toma a unidade do SESC e redondeza como cenário para um percurso ficcional onde o protagonista é você. Cada espectador percorrerá sozinho um trajeto desconhecido recebendo as instruções de um personagem de ficção que lhe indicará por onde ir através de um fone de ouvido conectado a um reprodutor de MP3.
De 15/11 à 14/12
Quarta a sexta das 13h às 17h, sábados e domingos das 10h às 15h.
Gratis. Vagas Limitadas Inscrições anticipada na central de atendimento.
Recomendações ao “audioturista” -
É necessário trazer RG (ou outro documento oficial com foto) para retirar o aparelho de MP3-
- Todos os participantes devem estar no local de início 10 minuntos antes do horário marcado (caso contrário não poderá participar da experiência)
- Usar roupas e calçados confortáveis para a caminhada.
Idade Recomendada: 16 anos
Ficha técnica
Conceito, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf
Produção geral e tradução: Felipe Gonzalez
Desenho sonoro, música original e edição: Guillermo Ceballos
Elenco: Daniel Lopes e Simone de Melo
Assessoramento Investigativo: Alessandro Atanes
Trechos dos poemas utilizados: “Porto” de Rodão Mendes Rosa e “Cais” de Narciso de Andrade.
Co-produção: BiNeural-MonoKultur e Difusa Fronte(i)ra
viernes, octubre 24, 2008
Audiotour en Santos

Audiotour Ficcional na Mostra
PERMANENTE TRANSITÓRIO: O ESPAÇO EXPANDIDO
SESC SANTOS (Brasil)
15/11 a 14/12.
Sábados e domingos, das 10h às 15h.
Quarta a sexta, das 13h às 17h.
Experiência sonora individual, orientada por uma narrativa que vai despertando novos olhares e construindo uma nova relação com os espaços cotidianos da cidade. Com o grupo BiNeural-MonoKultur, em co-produção com Difusa Fronte(i)ra. Inscrições antecipadas na Central de Atendimento. Vagas Limitadas.
PERMANENTE TRANSITÓRIO: O ESPAÇO EXPANDIDO
SESC SANTOS (Brasil)
15/11 a 14/12.
Sábados e domingos, das 10h às 15h.
Quarta a sexta, das 13h às 17h.
Experiência sonora individual, orientada por uma narrativa que vai despertando novos olhares e construindo uma nova relação com os espaços cotidianos da cidade. Com o grupo BiNeural-MonoKultur, em co-produção com Difusa Fronte(i)ra. Inscrições antecipadas na Central de Atendimento. Vagas Limitadas.
domingo, septiembre 28, 2008
domingo, septiembre 21, 2008
Confesiones de primavera que hablan de una ciudad

Juliana Rodríguez
De nuestra Redacción jrodriguez@lavozdelinterior.com.ar
Todo iba de lo más normal en la mañana de ayer en el Mercado Norte, con su usual panorama de gente apurada, olores frescos, y tránsito de changuitos. Excepto por un detalle, en la entrada de la cortada de Israel: la cápsula celeste del Proyecto Confesionarios, la nueva propuesta de Bineural-Monokultur para realizar experiencias escénicas y performáticas en espacios urbanos, después de presentar Audiotour hace unos años.
La cápsula celeste lo es no sólo por su color, también porque remite a un confesionario en el que el que anda caminando por ahí puede ingresar, sentarse y conectarse a unos auriculares en los que un continuo de voces, sonidos y registros diversos le susurran al oído historias y climas que cambian de acuerdo al lugar en el que se ancle el confesionario: el Mercado Norte, el Paseo del Buen Pastor y la plaza de la Intendencia.
La reacción ayer ante el primer confesionario instalado era de curiosidad, extrañeza, intriga y en algunos desconfianza. Una vez dentro, las paredes transparentes trastocaban, pero sin aislar, la cotidianidad del sábado. La experiencia se completaba con los relatos fragmentados que, como palimpsestos, se solapaban al oído: “¡Hay naranjas de ombligo, manzana!, “Los sábados son nuestro mejor día”, “’Ta floja la venta hoy”, “De noche, hay chicas lindas y travestis”, “Antes no había ventanas”. Las frases, entrecortadas, son dichas por chicos, mujeres, hombres y viejos, voces marcadas por la misma tonada de lugar cordobés por excelencia.
En el tejido sonoro también se distinguen hojas de cuchillos que se afilan, ecos de ofertas dichas a lo lejos, murmullos, bolsas de plástico que se arrugan, un tango cantado a capella. Todo ese conglomerado urbano y caótico le confiesa al espectador/ oyente/ confesor sus relatos, que más que pecados constituyen una memoria íntima y plural de la vida de la zona.
La experiencia lleva menos de 10 minutos y es un impasse en los peatones, que se toparán con este objeto extraño en plena calle, pero que les hablará de lo cotidiano. Hoy y el domingo 28, de 17 a 19, en plaza de la Intendencia. El sábado 27, de 10 a 12 en el Mercado Norte y de 17 a 19 en el Paseo del Buen Pastor.
martes, septiembre 16, 2008
Confesiones urbanas

Confesiones urbanas
El grupo BiNeural-MonoKultur inicia el sábado un nuevo experimento en distintos puntos de la ciudad.
El transeúnte podrá escuchar confesiones dentro de una casilla transparente.
Beatriz MolinariDe nuestra Redacción bmolinari@lavozdelinterior.com.ar
Algunos transeúntes desprevenidos encontrarán un objeto muy parecido a un confesionario, pero transparente y de color azul, en algún lugar de la ciudad. El artefacto en cuestión es el lugar donde se realiza Confesionarios, un nuevo experimento urbano del grupo de Ariel Dávila y Christina Ruf, denominado BiNeural-MonoKultur.
Ellos se proponen investigar realidad y ficción, los espacios urbanos, y toman a la ciudad como posible escenografía de algún hecho artístico: es decir, observan qué hay en la ciudad, sus detalles y sus historias para convertirlos en un hecho artístico.
El primer trabajo de estas características fue una intervención que realizaron como invitados de Stefan Kaegi en Berlín. Cuenta Christina que les tocó trabajar con un grupo de cazadores-músicos. Con algún punto de contacto con Torero portero (obra que dirigió Kaegi en Córdoba), la intervención en Berlín se realizó en la calle, frente a la fachada el Teatro Hebbel. Fue una performance y talk-show de cazadores berlineses.
De vuelta en Córdoba, estrenaron Audiotour, un recorrido por la ciudad, con trama policial, para un solo peatón que debía utilizar un walkman. El experimento también se hizo en San Pablo, San José de Rio Preto y Bertioga (Brasil). “En cada ciudad, la característica se convierte en una ficción”, dice Christina. En Rio Preto no hay monumentos, así que decidieron escribir la historia de un historiador que había perdido la memoria; en Bertioga, una ciudad de playa, el relato fue romántico, y en San Pablo, la obra se tituló La culpa la tiene Niemeyer! y se realizó en el centro abandonado de la ciudad. “Hay mucha gente que vive en la calle; el centro tiene un grado de abandono que lleva un par de décadas; es tierra de nadie. Recién ahora lo están recuperando, pero en una época, en la noche la gente lo tomaba. Trabajamos con un escritor sobre la historia de una chica del interior que sospechaba que su novio se había perdido en el centro”, comenta Ariel, quien en Córdoba aprovechó subsuelos, recovecos y lugares que conservan su misterio. En Bertioga trabajaron con los sueños. “Fue el primer fuerte portugués y el primer enfrentamiento entre indígenas caníbales y portugueses. Entrevistamos a comunidades indígenas. El lugar es más poético. Alguien va de vacaciones y de pronto se encuentra soñando el sueño de un indígena. Muy parecido a un cuento de Cortázar”, comentan. Relatos íntimos.
En Confesionarios, la idea es encontrar las voces de distintas partes de la ciudad. Esta vez, la intervención no se basa en la investigación de detalles, sino en la relación entre las personas y el espacio concreto; sus historias, y qué hacen ahí. “En cada lugar es diferente: el Mercado Norte tiene su clima, es como de otro tiempo; las voces son muy distintas de las del Buen Pastor o la plaza de la Intendencia”, apunta Ariel. El grupo eligió un espacio y luego tomó relatos de gente, captados en ese espacio. “No son confesiones como las de la iglesia. Son hechos íntimos, lo que les pasó; algo privado que se vuelve público. Otras personas escuchan eso en el confesionario, aunque no están encerradas ni protegidas. El confesionario es transparente”, explica Christina. “Trabajamos las ideas de lo público y lo privado, además de que le sacamos a la confesión el elemento pecaminoso, oculto. La idea es que puede confesar el lugar sobre sí mismo”, agrega Ariel.
El objeto confesionario está solo ahí, contrastando con el medio; descontextualizado, extraño. La persona entra, se pone los auriculares y escucha relatos que se van repitiendo, en una edición sonora de seis minutos. “Hay gente muy curiosa”, señalan. Dávila y Ruf comentan que en el Mercado Norte todos querían hablar. “Fue fácil encontrar historias; quizás porque no tienen un espacio donde contarlas. Fue mucho más complicado en la zona del Buen Pastor. Queríamos historias de gente que estuvo en la cárcel, pero hay más reticencia, sobre todo de presos políticos. Son más cuidadosos sobre qué cuentan y cómo lo cuentan. Además, hay situaciones legales. En la plaza de la Intendencia también fue difícil porque es un lugar más relajado. Hay historias románticas”, dice Dávila. “Debe de ser un lugar romántico”, apunta Christina, pícara. Confesionarios cuenta (igual que las demás obras del grupo) con los climas sonoros que compone Guillermo Ceballos. Para el guión, comentan algunas líneas de estudio: “Leemos las investigaciones de los situacionistas, también, de Walter Benjamin que toma a la ciudad como texto: a ver qué dice la ciudad. Los situacionistas tienen varios mapas, no sólo emocionales. Son distintos acercamientos al espacio urbano”, señalan. Mientras tanto, Córdoba, como ciudad, los sigue entusiasmando. “Hace 20 años que armo cosas y me sigue entusiasmando. Cuando uno vive en una ciudad, nos pasa con Audiotour, la mirada cotidiana no nos permite reparar en signos y detalles; o no entramos a algunos lugares. Este trabajo nos obliga a estar alerta. En Confesionarios, además, hay que escuchar, por ejemplo, qué le pasó una vez al que espera el colectivo en la parada”, concluye Ariel. Christina en la ciudad. Christina Ruf nació en Memmimgen, Baviera, al sur de Alemania. Además de un cordobés, le gusta la gente de Córdoba. “Es muy amable; tiene una mentalidad positiva. No quiero recaer en la idea de siempre, de que son graciosos, pero tienen un modo de llevar la vida más agradable, diferente del de otros lugares. Y son muy generosos, ¡me dejan trabajar acá!”, dice entusiasmada.
lunes, septiembre 15, 2008
martes, septiembre 09, 2008
Estreno "Proyecto Confesionarios"

Intervención urbana.
Proyecto Confesionarios
Construyendo un mapa emocional de la ciudad.
Construyendo un mapa emocional de la ciudad.
Estreno en Córdoba.
Primera etapa – Set. 2008.
Primera etapa – Set. 2008.
Grupo: BiNeural-MonoKultur
(Ariel Dávila y Christina Ruf)
(Ariel Dávila y Christina Ruf)
El confesionario, habitualmente entendido como espacio reservado y privado, como espacio de redención, de intimidad; aquí se convierte en un lugar expuesto, visible por todos. Lo íntimo se enfrenta con lo público, lo escondido queda a la vista.
¿Es posible la confesión privada en un espacio público?
Un confesionario que se encuentra en la vía pública, un objeto que contrasta con la realidad, descontextualizado de su lugar de origen. Un habitáculo donde se escuchan "confesiones urbanas", donde se repara en lo cotidiano.
En determinadas zonas de la ciudad se colocará un confesionario donde un espectador se sienta, pero en vez de confesarse, está ahí para escuchar "confesiones urbanas", para encontrar las rastros emocionales de los transeúntes con la ciudad.
¿Es posible la confesión privada en un espacio público?
Un confesionario que se encuentra en la vía pública, un objeto que contrasta con la realidad, descontextualizado de su lugar de origen. Un habitáculo donde se escuchan "confesiones urbanas", donde se repara en lo cotidiano.
En determinadas zonas de la ciudad se colocará un confesionario donde un espectador se sienta, pero en vez de confesarse, está ahí para escuchar "confesiones urbanas", para encontrar las rastros emocionales de los transeúntes con la ciudad.
Días:
Sábado 20 de Setiembre de 10 a 12 hs: Mercado Norte
de 17 a 19 hs: Paseo del Buen Pastor
Domingo 21 de 17 a 19 hs: Plaza de la Intendencia
Sábado 20 de Setiembre de 10 a 12 hs: Mercado Norte
de 17 a 19 hs: Paseo del Buen Pastor
Domingo 21 de 17 a 19 hs: Plaza de la Intendencia
Sábado 27 de Setiembre de 10 a 12 hs: Mercado Norte
de 17 a 19 hs: Paseo Buen Pastor
Domingo 28 de 17 a 19 hs: Plaza de la Intendencia
de 17 a 19 hs: Paseo Buen Pastor
Domingo 28 de 17 a 19 hs: Plaza de la Intendencia
Gratis.
Ficha Técnica:
Concepto, dirección y dramaturgia:
Ariel Dávila y Christina Ruf
Ariel Dávila y Christina Ruf
Diseño sonoro y música original:
Guillermo Ceballos
Guillermo Ceballos
Diseño escénográfico:
Hella Prokoph (Berlín, Alemania)
Hella Prokoph (Berlín, Alemania)
Realización de la escénografía:
Arq. César Spalletti
Hella Prokoph
Arq. César Spalletti
Hella Prokoph
Producción general:
Felipe França González
Felipe França González
Contacto:
Ariel Dávila y Christina Ruf: 0351 - 4691133
Ariel Dávila y Christina Ruf: 0351 - 4691133
lunes, mayo 19, 2008
El País Teatral, Nueva Dramaturgia Argentina publicación del INT

Nueva edición de InTeatro
La editorial InTeatro, del Instituto Nacional del Teatro, acaba de publicar en su Colección El País Teatral, Nueva Dramaturgia Argentina, un libro que recoge obras de los autores Gonzalo Marull y Ariel Dávila (Córdoba), Sacha Barrera Oro (Mendoza), Juan Carlos Carta, Ariel Sampaolesi y Andrea Hernández (San Juan), Guillermo Montilla Santillán y Martín Giner (Tucumán), Leonel Giacometto y Diego Ferrero (Santa Fe) , Daniel Sasovsky (Chaco).
Dichos textos están introducidos por los investigadores: Graciela Frega, Luis Emilio Abrahan, Alicia Castañeda, Mauricio Tossi, Roberto Schneider y Mirna Capitenich
La editorial InTeatro, del Instituto Nacional del Teatro, acaba de publicar en su Colección El País Teatral, Nueva Dramaturgia Argentina, un libro que recoge obras de los autores Gonzalo Marull y Ariel Dávila (Córdoba), Sacha Barrera Oro (Mendoza), Juan Carlos Carta, Ariel Sampaolesi y Andrea Hernández (San Juan), Guillermo Montilla Santillán y Martín Giner (Tucumán), Leonel Giacometto y Diego Ferrero (Santa Fe) , Daniel Sasovsky (Chaco).
Dichos textos están introducidos por los investigadores: Graciela Frega, Luis Emilio Abrahan, Alicia Castañeda, Mauricio Tossi, Roberto Schneider y Mirna Capitenich
viernes, abril 18, 2008
Audiotour: ENTRE MUNDOS – Diário de um Caraíba

“Audiotour Ficcional”Uma experiência sonora individual
ENTRE MUNDOS – Diário de um Caraíba
Luis Mendes vem ao SESC Bertioga para passar parte de suas férias com a família. Porém, um sonho recorrente altera o que seriam dias de tranqüilidade.Deixa uma gravação, como se fosse uma mensagem dentro de uma garrafa, convidando você a seguir os seus passos para tentar revelar um mistério. Lendas indígenas, fatos históricos e detalhes do meio ambiente da região, vão te conduzir a uma viagem entre o real e o imaginário entre distintos mundos.O Audiotour Ficcional é uma experiência individual, onde o “audioturista” caminha e recebe informações, (por um fone de ouvido conectado a um aparelho de mp3), de um personagem de ficção que lhe indicará um caminho com uma sucessão de encontros e descobrimentos.Duração:1 hora aproximadamente.
Ficha Técnica:Conceito, direção e roteiro: Ariel Dávila e Christina Ruf
Produção geral: Felipe Gonzalez
Desenho sonoro, música original e edição: Guillermo Ceballos
Elenco: Bruno Fracchia, Marcelo Bokermann, Silvio Roupa e Sofia de Figueiredo Galante
Assessoramento investigativo: Carlos Eduardo de Castro e equipe SESC Bertioga.Co-Produção: BiNeural-MonoKultur e Difusa Fronte(i)ramailto:bineuralmonokultur@gmail.com bineuralmonokultur.blogspot.commailto:info@difusafronteira.comhttp://www.difusafronteira.com/
domingo, abril 06, 2008
miércoles, marzo 19, 2008
Nota Diario da Regiao

Audiotour volta a Rio Preto após temporada no festival
Pierre Duarte O rio-pretense Clayton Duarte da Costa participa do audiotur
Igor Galante
Um cidade pode ser um organismo vivo em permanente estado de mutação, senão de grandes transformações no espaço curto de um ano, ainda assim perceptível aos olhos estrangeiros do argentino Ariel Dávila e da alemã Christina Ruf, os criadores do audiotour ficcional “Caminho X”. Um ano? Nem isso. Sucesso na edição passada do Festival Internacional de Teatro, realizado em julho, a dupla do grupo BiNeural Monokultur está de volta a Rio Preto, convidada pela Prefeitura por conta do aniversário da cidade. Espetáculo (se é que o termo cabe) de percurso, no “Caminho X” o público (um por vez) é convidado a olhar para o Centro da cidade de um jeito como nunca olhou antes. De posse de um fone de ouvido plugado em MP3, a cada 15 minutos parte uma pessoa seguindo instruções contidas em uma fita que dão conta do desaparecimento de um historiador e um padre. O ouvinte deve seguir à risca as instruções do documento na busca de desvendar o mistério, enquanto é levado de uma pista a outra por pontos conhecidos e desconhecidos do Centro.A caminhada dura 90 minutos em média. Quem participa se sente um pouco detetive de uma trama policial que é sempre a mesma. Mas o que o grupo sediado em Córdoba, na Argentina, consegue (e busca) com o “Caminho X” é dar a oportunidade de se conhecer a história. E de despertar a consciência para a preservação dos bens históricos - se há um vilão na “peça”, é a falta de memória. O trabalho foi executado durante dois anos em Córdoba, tempo em que o grupo pôde ir acompanhando as pequenas transformações vividas pela cidade. É a primeira vez que apresenta o projeto do audiotour em outro lugar por duas vezes com algum intervalo de tempo. “A cidade está sempre mudando e esta volta a Rio Preto nos serve de termômetro. Tem tudo a ver com o tema do audiotour, que é a preservação da memória, o que fica e o que se perde no processo de mudança”, diz Ariel Dávila.Ele conta também que o roteiro, os personagens, tudo do “Caminho X” do FIT permanece o mesmo, com exceção da voz que conduzia a trama. No lugar de Guido Caratori, da Cia. Fábrica de Sonhos, que emprestou a sua no ano passado, está a voz de Jorge Vermelho. Houve ainda uma breve alteração de percurso devido a uma obra que não havia em julho do ano passado - Dávila não indica o local para manter o clima de mistério. Em novembro de 2007, o grupo participou da Mostra Sesc de Artes, em São Paulo, aceitando o desafio de montar o audiotour em uma metrópole. “Foi diferente. Trabalhamos menos com os fatos históricos e mais com os personagens e as lendas urbanas”. O percurso iniciava no Sesc Consolação e terminava no terraço do edifício Copam. Em Rio Preto, parte do mesmo ponto do ano passado (a praça Rui Barbosa em frente à Catedral) e acaba no... faça o caminho para descobrir. Se a chuva não atrapalhar, as saídas acontecerão diariamente, das 10 às 16 horas (aos sábados vai das 9 às 12 horas; no domingo não tem), até o dia 24. A participação, como tudo que se refere à programação cultural de aniversário, é de graça.
Um cidade pode ser um organismo vivo em permanente estado de mutação, senão de grandes transformações no espaço curto de um ano, ainda assim perceptível aos olhos estrangeiros do argentino Ariel Dávila e da alemã Christina Ruf, os criadores do audiotour ficcional “Caminho X”. Um ano? Nem isso. Sucesso na edição passada do Festival Internacional de Teatro, realizado em julho, a dupla do grupo BiNeural Monokultur está de volta a Rio Preto, convidada pela Prefeitura por conta do aniversário da cidade. Espetáculo (se é que o termo cabe) de percurso, no “Caminho X” o público (um por vez) é convidado a olhar para o Centro da cidade de um jeito como nunca olhou antes. De posse de um fone de ouvido plugado em MP3, a cada 15 minutos parte uma pessoa seguindo instruções contidas em uma fita que dão conta do desaparecimento de um historiador e um padre. O ouvinte deve seguir à risca as instruções do documento na busca de desvendar o mistério, enquanto é levado de uma pista a outra por pontos conhecidos e desconhecidos do Centro.A caminhada dura 90 minutos em média. Quem participa se sente um pouco detetive de uma trama policial que é sempre a mesma. Mas o que o grupo sediado em Córdoba, na Argentina, consegue (e busca) com o “Caminho X” é dar a oportunidade de se conhecer a história. E de despertar a consciência para a preservação dos bens históricos - se há um vilão na “peça”, é a falta de memória. O trabalho foi executado durante dois anos em Córdoba, tempo em que o grupo pôde ir acompanhando as pequenas transformações vividas pela cidade. É a primeira vez que apresenta o projeto do audiotour em outro lugar por duas vezes com algum intervalo de tempo. “A cidade está sempre mudando e esta volta a Rio Preto nos serve de termômetro. Tem tudo a ver com o tema do audiotour, que é a preservação da memória, o que fica e o que se perde no processo de mudança”, diz Ariel Dávila.Ele conta também que o roteiro, os personagens, tudo do “Caminho X” do FIT permanece o mesmo, com exceção da voz que conduzia a trama. No lugar de Guido Caratori, da Cia. Fábrica de Sonhos, que emprestou a sua no ano passado, está a voz de Jorge Vermelho. Houve ainda uma breve alteração de percurso devido a uma obra que não havia em julho do ano passado - Dávila não indica o local para manter o clima de mistério. Em novembro de 2007, o grupo participou da Mostra Sesc de Artes, em São Paulo, aceitando o desafio de montar o audiotour em uma metrópole. “Foi diferente. Trabalhamos menos com os fatos históricos e mais com os personagens e as lendas urbanas”. O percurso iniciava no Sesc Consolação e terminava no terraço do edifício Copam. Em Rio Preto, parte do mesmo ponto do ano passado (a praça Rui Barbosa em frente à Catedral) e acaba no... faça o caminho para descobrir. Se a chuva não atrapalhar, as saídas acontecerão diariamente, das 10 às 16 horas (aos sábados vai das 9 às 12 horas; no domingo não tem), até o dia 24. A participação, como tudo que se refere à programação cultural de aniversário, é de graça.
lunes, marzo 10, 2008
Audiotour "O Caminho X" S.J. RIo Preto Brasil

Estamos de volta à São José do Rio Preto participando das comemoraçõesdos 156 anos da cidade com O AUDIOTOUR FICCIONAL "O Caminho X”Informações:Segunda 17, terça 18, quinta 20 e segunda 27 de Março das 10hs às 16hsSábado 15 e 22 de Março das 9hs às 12hs.
ENTRADA GRATUITA – As senhas para cada dia serão distribuídas a partir das 09:30 (durante a semana) e 08:30 (sábados)Saídas: Praça Rui Barbosa (em frente à Catedral)Idade Recomentada 16 anos (uma vez que o "audioturista" terá que caminhar desacompanhado pelas ruas do centro da cidade)
ENTRADA GRATUITA – As senhas para cada dia serão distribuídas a partir das 09:30 (durante a semana) e 08:30 (sábados)Saídas: Praça Rui Barbosa (em frente à Catedral)Idade Recomentada 16 anos (uma vez que o "audioturista" terá que caminhar desacompanhado pelas ruas do centro da cidade)
domingo, marzo 02, 2008
viernes, febrero 08, 2008
domingo, enero 20, 2008
Trabajo 100 Prozent

Desde el 7 de enero mepezó mi trabajo en la producción de la obra "100 prozent" del grupo Rimini Protokoll se estrenará el 1 de Febrero en el teatro Hebbel de Berlin. Se trata de una puesta con cien Berlineses que responden a datos estadisticos, hombres, mujeres , casados, solteros , edad, barrio, nacionalidad etc..Los directories (Haug, Wetzel , Kaegi) buscaron una sola persona y esta invitó a otra y asi se realizó una cadena 100 personas que estarán en el escenario algunas por primera vez.
Aqui algunas fotos.
martes, enero 01, 2008
Enero y Febrero estaré con una beca en el Teatro Hebbel Berlin Alemania.
A través de una beca del ITI Germany y el Goethe Institut estaré trabajando en enero y febrero del 2008 en el Teatro Hebbel en Berlin.
Colaboraré con la producción del obra " 100 Prozent Berlin" del grupo Rimini Protokoll y luego en un festival de teatro independiente.
jueves, noviembre 22, 2007
"Novos olhos sobre um velho percurso " Beth Nespoli Estado de Sao Paulo
Novos olhos sobre um velho percurso
Na performance Audiotour Ficcional, espectador recebe fone de ouvido com instruções para caminhar pelo centro da cidade
Beth Néspoli
Pode parecer mero entretenimento, mas a julgar pela edição criada para o Festival Internacional de São José do Rio Preto, a performance Auditour Ficcional é bem mais que isso - religa o público que dela participa com uma memória coletiva e ancestral. Nessa criação, o espectador, um por vez, recebe um fone de ouvido acoplado a um reprodutor de MP3 e percorre ruas e praças da cidade, durante cerca de uma hora, num roteiro que descobre a cada momento, a partir das instruções que vai ouvindo na fita.
Veja trecho do Audiotour ficcional em São Paulo em vídeoNa cidade de São Paulo, o percurso começa no Sesc Consolação e, assim como em Rio Preto, há uma trama policial na camada mais superficial. A fita ouvida teria sido gravada por um detetive para o seu assistente, com instruções para que este - no caso o 'assistente' é quem ouve a fita - siga as pistas de uma investigação já iniciada. Guedes, o detetive, teria recebido de um casal do interior de São Paulo a missão de procurar sua filha, um jovem bonita que fora vista pela última vez embarcando num ônibus com destino à capital.
O diferencial dessa performance interativa, pelo menos foi assim em Rio Preto, está na cuidadosa escolha de algumas 'pistas' - como os versos de um salmo num monumento semidestruído numa praça da cidade ou as esculturas de sereias no antigo aqueduto. A forma como esses indícios foram trabalhados permitiram ao espectador um trânsito extremamente interessante entre a história particular, seja pessoal ou da cidade, e a memória mítica, universal. Experiência que deve se repetir aqui, uma vez que esse é o desejo dos criadores, o casal Ariel Dávila e Christina Ruf, fundores do grupo BiNeural-MonoKultur, cuja pesquisa é a busca de novas formas de realizar as artes cênicas.
Até a estréia no festival do interior paulista, ele só haviam experimentado sua criação na Argentina. Em Rio Preto, chegaram um mês antes à cidade e fizeram muita pesquisa para criar o novo percurso, sem diluir o conceito de religação do homem com a sua Cultura ancestral. 'Eu não sabia que a primeira catedral havia pegado fogo', dizia encantada uma moradora local ao fim do tour. Num dado momento, o espectador era levado a ficar de costas para o principal shopping do centrão para observar a fachada de um prédio baixo, escondido: o edifício ainda abrigava o primeiro hotel da cidade e, com a ajuda da fita, a memória resgatava sua imponência passada, quando se destacava na praça de casas baixas. 'Estamos planejando fazer na cidade de São Paulo, mas lá terá de ser bem diferente',. disse Cristina Ruf em Rio Preto, em julho. Ou seja, foi grande o tempo de preparação para o tour paulistano, que contou com a parceria do escritor Tiago Novaes, começa hoje e integra a Mostra Sesc de Artes.
Muito bem cronometrada, a gravação permite ao 'espectador' seguir as pistas e lhe dá tempo o suficiente para esperar o farol verde e atravessar ruas na faixa - 'não quero um assistente ferido, alerta a voz na fita - e ainda ouvir observações sobre as calçadas esburacadas ou frases bem-humoradas sobre a atração exercida pela metrópole: 'São Paulo é mesmo um best seller - sucesso de público, fracasso de crítica.' A delimitação precisa, e de fácil decodificação, do percurso a ser seguido é importante justamente para abrir espaço interior, em quem caminha e ouve, para fazer o trânsito proposto entre o que é particular nesse tour e o que é coletivo.
Vale experimentar a sensação de andar sem conhecer o próximo passo, de se deixar levar por uma voz e, por meio dela, ver a cidade com outros olhos. Divertido? Cada um vai filtrar o que ouve de forma pessoal. Sem dúvida Audiotour Ficcional é espetáculo único.
Serviço Audiotour Ficcional. Sesc Consolação . R. Dr. Vila Nova, 245, 3234-3000. 2.ª a 6.ª, 11 h às 17 h; sáb., 9 h às 12 h. Saídas a cada 10 minutos. O roteiro completo dura cerca de 1 hora. R$ 3 a R$ 10. Até 1.º/12
Na performance Audiotour Ficcional, espectador recebe fone de ouvido com instruções para caminhar pelo centro da cidade
Beth Néspoli
Pode parecer mero entretenimento, mas a julgar pela edição criada para o Festival Internacional de São José do Rio Preto, a performance Auditour Ficcional é bem mais que isso - religa o público que dela participa com uma memória coletiva e ancestral. Nessa criação, o espectador, um por vez, recebe um fone de ouvido acoplado a um reprodutor de MP3 e percorre ruas e praças da cidade, durante cerca de uma hora, num roteiro que descobre a cada momento, a partir das instruções que vai ouvindo na fita.
Veja trecho do Audiotour ficcional em São Paulo em vídeoNa cidade de São Paulo, o percurso começa no Sesc Consolação e, assim como em Rio Preto, há uma trama policial na camada mais superficial. A fita ouvida teria sido gravada por um detetive para o seu assistente, com instruções para que este - no caso o 'assistente' é quem ouve a fita - siga as pistas de uma investigação já iniciada. Guedes, o detetive, teria recebido de um casal do interior de São Paulo a missão de procurar sua filha, um jovem bonita que fora vista pela última vez embarcando num ônibus com destino à capital.
O diferencial dessa performance interativa, pelo menos foi assim em Rio Preto, está na cuidadosa escolha de algumas 'pistas' - como os versos de um salmo num monumento semidestruído numa praça da cidade ou as esculturas de sereias no antigo aqueduto. A forma como esses indícios foram trabalhados permitiram ao espectador um trânsito extremamente interessante entre a história particular, seja pessoal ou da cidade, e a memória mítica, universal. Experiência que deve se repetir aqui, uma vez que esse é o desejo dos criadores, o casal Ariel Dávila e Christina Ruf, fundores do grupo BiNeural-MonoKultur, cuja pesquisa é a busca de novas formas de realizar as artes cênicas.
Até a estréia no festival do interior paulista, ele só haviam experimentado sua criação na Argentina. Em Rio Preto, chegaram um mês antes à cidade e fizeram muita pesquisa para criar o novo percurso, sem diluir o conceito de religação do homem com a sua Cultura ancestral. 'Eu não sabia que a primeira catedral havia pegado fogo', dizia encantada uma moradora local ao fim do tour. Num dado momento, o espectador era levado a ficar de costas para o principal shopping do centrão para observar a fachada de um prédio baixo, escondido: o edifício ainda abrigava o primeiro hotel da cidade e, com a ajuda da fita, a memória resgatava sua imponência passada, quando se destacava na praça de casas baixas. 'Estamos planejando fazer na cidade de São Paulo, mas lá terá de ser bem diferente',. disse Cristina Ruf em Rio Preto, em julho. Ou seja, foi grande o tempo de preparação para o tour paulistano, que contou com a parceria do escritor Tiago Novaes, começa hoje e integra a Mostra Sesc de Artes.
Muito bem cronometrada, a gravação permite ao 'espectador' seguir as pistas e lhe dá tempo o suficiente para esperar o farol verde e atravessar ruas na faixa - 'não quero um assistente ferido, alerta a voz na fita - e ainda ouvir observações sobre as calçadas esburacadas ou frases bem-humoradas sobre a atração exercida pela metrópole: 'São Paulo é mesmo um best seller - sucesso de público, fracasso de crítica.' A delimitação precisa, e de fácil decodificação, do percurso a ser seguido é importante justamente para abrir espaço interior, em quem caminha e ouve, para fazer o trânsito proposto entre o que é particular nesse tour e o que é coletivo.
Vale experimentar a sensação de andar sem conhecer o próximo passo, de se deixar levar por uma voz e, por meio dela, ver a cidade com outros olhos. Divertido? Cada um vai filtrar o que ouve de forma pessoal. Sem dúvida Audiotour Ficcional é espetáculo único.
Serviço Audiotour Ficcional. Sesc Consolação . R. Dr. Vila Nova, 245, 3234-3000. 2.ª a 6.ª, 11 h às 17 h; sáb., 9 h às 12 h. Saídas a cada 10 minutos. O roteiro completo dura cerca de 1 hora. R$ 3 a R$ 10. Até 1.º/12
viernes, noviembre 16, 2007
Nota del diario Estado de Sao Paulo
En este Link se puede ver la nota y el video realizado para el suplemento DIVIRTA!SE .
http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=21CBEB11603A448CAB22571FA7E0E1E2
http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=21CBEB11603A448CAB22571FA7E0E1E2
viernes, octubre 19, 2007
Audiotour en la ciudad San Pablo



El 19 noviembre estrenaremos un nuevo audiotour en la ciudad de San Pablo Brasil.Fuimos invitados a la "Mostra de Arte SESC 2007". Esta vez trabajaremos en colaboración con el escritor Tiago Novaes , el chico de lentes, http://www.tiagonovaes.blogspot.com/) el cual acaba de publicar su novela policial " Estado vegetativo" y encontramos muchas coincidencias con nuestros trabajos.
Trataremos de ir contando un poco del proceso en este blog o linkearemos al blog del Sesc por que justamente , esta muestra se trata de revelar también el proceso de creación de la obra y de mixturar lenguajes y artistas.
Trataremos de ir contando un poco del proceso en este blog o linkearemos al blog del Sesc por que justamente , esta muestra se trata de revelar también el proceso de creación de la obra y de mixturar lenguajes y artistas.
viernes, septiembre 28, 2007
Semimontados Europeos
Durante el Festival Internacional de Teatro MERCOSUR, las instituciones integrantes del Grupo Europeo presentarán una obra de teatro en modalidad semimontado que se llevarán a cabo en lugares no convencionales para una puesta teatral. Esta es una interesante formade explorar en que están las dramaturgias contemporáneas de Inglaterra, España y Alemania:
„Visita en Casa del Padre“/“Besuch bei dem Vater”
Jueves 4 de Octubre, 17:30 – Sala R. Grisolía, Teatro del LibertadorGral. San Martín.
Texto: Roland Schimmelpfennig
Dirección y dramaturgia: Ariel Dávila
Elenco: Miguel Villareal, Tomás Gianola, Magui Buteler, Gabriela Aguirre, Valeria Urigu.
Es pleno invierno, una casa retirada en medio de la nieve. Heinrich, un lingüista estudioso de Milton, vuelve de cazar patos junto con su sobrina. Al regresar se encuentra con Peter, su hijo, al cual no conocía. El orden de la casa no será el mismo, Heinrich dejará de ser el centro de atención de su esposa, de la hija de su esposa y de susobrina. Este joven misterioso quería conocer su padre, se habían escrito, pero llegó diez días antes de lo previsto, caminando en la nieve. “Visita en casa del padre” es un drama moderno que mezcla la levedad de un comedia de Chejov con la tensión de los dramas de Ibsen.
Inglaterra: "Conversaciones con el Perro Wales" Viernes 5 de Octubre, 17:30 – Sala R. Grisolía, Teatro del LibertadorGral. San Martín.
Texto: Rhiammon Wye
Dirección, dramaturgia y actuación: Laura Ferraris
“Conversaciones con el Perro Wales” ataca a los sentimientos íntimos, los vínculos familiares y las relaciones sociales por considerarlos meros productos de consumo: “los sentimientos, debieran comprarse en elsupermercado; tendrían que estar enlatados o adentro del papel higiénico y los tampones; de ese modo los usaríamos todos; ¿quién nos quiere vender esa mierda de nación?¿Reino?¿Padre?¿Qué?”
España: “Naufragios”
Sábado 6 de Octubre, 17:30 – Sala R. Grisolía, Teatro del Libertador
Texto: Guillermo Heras
Dirección y dramaturgia: Soledad González
Actuación: Marcelo Arbach
La puesta, como el texto, muestra los fragmentos: discursos, relatos, recuerdos de una cabeza a la deriva. Como un personaje beckettiano,naufragando en su cuarto, rodeado de sus objetos y manías. Apenas una mueca burlesca y vital, \nlista para un último gesto si las circunstancias lo requieren. Su voz se duplica, se mestiza, convoca a otros, se abandona, sueña, se despierta, cambia de sexo y de país y vuelve a empezar.
„Visita en Casa del Padre“/“Besuch bei dem Vater”
Jueves 4 de Octubre, 17:30 – Sala R. Grisolía, Teatro del LibertadorGral. San Martín.
Texto: Roland Schimmelpfennig
Dirección y dramaturgia: Ariel Dávila
Elenco: Miguel Villareal, Tomás Gianola, Magui Buteler, Gabriela Aguirre, Valeria Urigu.
Es pleno invierno, una casa retirada en medio de la nieve. Heinrich, un lingüista estudioso de Milton, vuelve de cazar patos junto con su sobrina. Al regresar se encuentra con Peter, su hijo, al cual no conocía. El orden de la casa no será el mismo, Heinrich dejará de ser el centro de atención de su esposa, de la hija de su esposa y de susobrina. Este joven misterioso quería conocer su padre, se habían escrito, pero llegó diez días antes de lo previsto, caminando en la nieve. “Visita en casa del padre” es un drama moderno que mezcla la levedad de un comedia de Chejov con la tensión de los dramas de Ibsen.
Inglaterra: "Conversaciones con el Perro Wales" Viernes 5 de Octubre, 17:30 – Sala R. Grisolía, Teatro del LibertadorGral. San Martín.
Texto: Rhiammon Wye
Dirección, dramaturgia y actuación: Laura Ferraris
“Conversaciones con el Perro Wales” ataca a los sentimientos íntimos, los vínculos familiares y las relaciones sociales por considerarlos meros productos de consumo: “los sentimientos, debieran comprarse en elsupermercado; tendrían que estar enlatados o adentro del papel higiénico y los tampones; de ese modo los usaríamos todos; ¿quién nos quiere vender esa mierda de nación?¿Reino?¿Padre?¿Qué?”
España: “Naufragios”
Sábado 6 de Octubre, 17:30 – Sala R. Grisolía, Teatro del Libertador
Texto: Guillermo Heras
Dirección y dramaturgia: Soledad González
Actuación: Marcelo Arbach
La puesta, como el texto, muestra los fragmentos: discursos, relatos, recuerdos de una cabeza a la deriva. Como un personaje beckettiano,naufragando en su cuarto, rodeado de sus objetos y manías. Apenas una mueca burlesca y vital, \nlista para un último gesto si las circunstancias lo requieren. Su voz se duplica, se mestiza, convoca a otros, se abandona, sueña, se despierta, cambia de sexo y de país y vuelve a empezar.
lunes, septiembre 10, 2007
sábado, agosto 25, 2007
lunes, agosto 06, 2007
Helicoidal estreno
Grupo Rio Ceballos presenta
HELICOIDAL
de Ariel Dávila
Viernes 10 de agosto 22.30 hs.
Sobre la idea de que las personas somos moldeados por distintas catástrofes, algunas pequeñas, otras inefables, persistimos en que por mas mal que nos vaya en la vida siempre hay una esperanza. Pero no siempre es así.
Marta, Dalmacio y Cacho tratan de convivir con acontecimientos que se suceden como una espiral ascendente, como un helicoide, como un fideo tirabuzón y cuando lo están logrando llega alguien o algo encargado de matar sus ilusiones desde chiquitas.
Elenco:
Amalia Madina, Belén Alfieri, Nicolás Jara, Ignacio Jara, Sofia Menoyo.
Dirección:
Ariel Dávila, Gabriela Aguirre, Mariano Muñoz.
“14º Encuentro Nacional de Teatro Río Ceballos 2007”
Como todos los años durante el mes de Agosto, Grupo Río Ceballos la entidad cultural independiente de las Sierras Chicas, organiza el Encuentro Nacional de Teatro Río Ceballos, en esta oportunidad entre el 10 y el 19.
Como en ediciones anteriores, la inscripción para el evento fue muy convocante, designando finalmente el jurado habilitado para la selección de participantes, a 30 elencos para Adultos y 9 Infantiles, provenientes de diferentes lugares del país.
El día Viernes 10 se prepara un desfile artístico por las calles de Río Ceballos, con la participación de comparsas, murgas y patinadoras etc. a partir de las 18:00 horas.
Dicho día y a las 21:30 horas, se procederá a la apertura oficial, representándose la obra de Ariel Dávila “Helicoidal” a cargo de Grupo Río Ceballos, dirigida por el mismo Ariel Dávila.
Esa misma noche, se iniciarán los tradicionales Encuentros de Trasnoche, reuniones denominadas de “divertimento”, donde los grupos participantes ofrecen a sus colegas teatreros, cuadros teatrales cortos de pleno humor, producto de creaciones colectivas de esos elencos.
HELICOIDAL
de Ariel Dávila
Viernes 10 de agosto 22.30 hs.
Sobre la idea de que las personas somos moldeados por distintas catástrofes, algunas pequeñas, otras inefables, persistimos en que por mas mal que nos vaya en la vida siempre hay una esperanza. Pero no siempre es así.
Marta, Dalmacio y Cacho tratan de convivir con acontecimientos que se suceden como una espiral ascendente, como un helicoide, como un fideo tirabuzón y cuando lo están logrando llega alguien o algo encargado de matar sus ilusiones desde chiquitas.
Elenco:
Amalia Madina, Belén Alfieri, Nicolás Jara, Ignacio Jara, Sofia Menoyo.
Dirección:
Ariel Dávila, Gabriela Aguirre, Mariano Muñoz.
“14º Encuentro Nacional de Teatro Río Ceballos 2007”
Como todos los años durante el mes de Agosto, Grupo Río Ceballos la entidad cultural independiente de las Sierras Chicas, organiza el Encuentro Nacional de Teatro Río Ceballos, en esta oportunidad entre el 10 y el 19.
Como en ediciones anteriores, la inscripción para el evento fue muy convocante, designando finalmente el jurado habilitado para la selección de participantes, a 30 elencos para Adultos y 9 Infantiles, provenientes de diferentes lugares del país.
El día Viernes 10 se prepara un desfile artístico por las calles de Río Ceballos, con la participación de comparsas, murgas y patinadoras etc. a partir de las 18:00 horas.
Dicho día y a las 21:30 horas, se procederá a la apertura oficial, representándose la obra de Ariel Dávila “Helicoidal” a cargo de Grupo Río Ceballos, dirigida por el mismo Ariel Dávila.
Esa misma noche, se iniciarán los tradicionales Encuentros de Trasnoche, reuniones denominadas de “divertimento”, donde los grupos participantes ofrecen a sus colegas teatreros, cuadros teatrales cortos de pleno humor, producto de creaciones colectivas de esos elencos.
lunes, julio 23, 2007
Sergio Coelho Fohla de S. Paulo 14/7/2007
Intevenções Urbanas são principal marca do FIT,em Río Preto; grupo argentino é destaque com ótimo "audiotour""....De forma mais marcante, o grupo argentino BiNeural-Monokultur chegou semanas antes em Rio Preto e estruturou seu espetáculo "O Caminho X" em uma pesquisa com historiadores locais, já que neste seu "Audiotur Ficcional" o protagonista é a cidade na qual o público único transita, com fones de ouvido explicativos como se vê nos museus.
Os criadores Ariel Dávila e a alemã Christina Ruf, conciliando memória local e olhar estrangeiro, já haviam feito isso em Córdoba, cidade de origem do grupo. Em Rio Preto encontraram uma cidade com problemas semelhantes: no afã de modernizar-se, acaba apagando o seu passado, como se fosse um complô contra seus habitantes.
Juntando placas semi apagadas, estátuas roubadas, fragmentos de uma mitologia urbana esquecida, alusões religiosas que já não atingem os habitantes, o BiNeural constrói uma divertida e engenhosa trama policial, unindo até o delírio paranóico elementos do cotidiano que conseguem fazer até o mais tradicional morador olhar sua cidade com olhos novos.
Saindo de quinze em quinze minutos do ponto de encontro marcado com antecedência na compra do ingresso, o público solitário segue instruções aflitas de Artur Castro para o padre Jonas, em uma fita encontrada pela polícia depois que ambos desapareceram. É irresistível a sensação de se tornar o padre, quando se ouve coisas como "olhe para essa mulher na sua frente: ela em breve vai desaparecer na memória de todos".
Ao contar com a cumplicidade de padres e agentes de segurança da cidade, já que o público-performer deve invadir a catedral e a estação de trem por portões escondidos, além dos atores locais Bia Moretti e Guido Caratori (que faz a voz de Artur Castro com uma impagável entonação de novela de rádio), "O Caminho X" é uma experiência única, que transforma Rio Preto em uma cidade mágica.
Os criadores Ariel Dávila e a alemã Christina Ruf, conciliando memória local e olhar estrangeiro, já haviam feito isso em Córdoba, cidade de origem do grupo. Em Rio Preto encontraram uma cidade com problemas semelhantes: no afã de modernizar-se, acaba apagando o seu passado, como se fosse um complô contra seus habitantes.
Juntando placas semi apagadas, estátuas roubadas, fragmentos de uma mitologia urbana esquecida, alusões religiosas que já não atingem os habitantes, o BiNeural constrói uma divertida e engenhosa trama policial, unindo até o delírio paranóico elementos do cotidiano que conseguem fazer até o mais tradicional morador olhar sua cidade com olhos novos.
Saindo de quinze em quinze minutos do ponto de encontro marcado com antecedência na compra do ingresso, o público solitário segue instruções aflitas de Artur Castro para o padre Jonas, em uma fita encontrada pela polícia depois que ambos desapareceram. É irresistível a sensação de se tornar o padre, quando se ouve coisas como "olhe para essa mulher na sua frente: ela em breve vai desaparecer na memória de todos".
Ao contar com a cumplicidade de padres e agentes de segurança da cidade, já que o público-performer deve invadir a catedral e a estação de trem por portões escondidos, além dos atores locais Bia Moretti e Guido Caratori (que faz a voz de Artur Castro com uma impagável entonação de novela de rádio), "O Caminho X" é uma experiência única, que transforma Rio Preto em uma cidade mágica.
Beth Néspoli - O Estado de S.Paulo 19/7/2007
Audiotour Ficcional e Braakland são experiências profundas e inesquecíveis
"...Nos mobiliza de maneira oposta o espetáculo argentino Audiotour Ficcional. Neste, o espectador, único, recebe numa tenda na praça central da cidade um fone de ouvido. Uma vez ligado, devemos seguir as instruções ouvidas durante uma caminhada de 90 minutos pela cidade. Ariel Dávila e Chistina Ruf, os criadores do tour, chegaram um mês antes à cidade onde fizeram uma pesquisa histórica. Assim, o espectador entra na catedral da cidade para conhecer, na verdade, a história da antiga matriz incendiada. Há uma trama policial, supostamente estamos ouvindo a gravação deixada por alguém, cuja vida estava ameaçada justamente pela investigação que fazia. Alguém quer que percamos a memória é o mote da gravação. Quem? Com que interesse? As respostas o espectador é levado a procurar em si mesmo.Poderia ser um tour histórico quase banal, não fosse a sensibilidade na escolha de detalhes arquitetônicos - uma placa que faz citação a um salmo, três incríveis imagens de sereias - e a forma como a dupla ''''trabalhou'''' sobre a história de Rio Preto. A grande qualidade desta criação singular está no trânsito que provoca no espectador entre a memória mítica e a particular. Mais que a Rio Preto, o tour nos religa a um imaginário coletivo e valoriza, em nós, o resíduo individual dessa memória comum. Quem viveu essa experiência, certamente não a esquecerá."
"...Nos mobiliza de maneira oposta o espetáculo argentino Audiotour Ficcional. Neste, o espectador, único, recebe numa tenda na praça central da cidade um fone de ouvido. Uma vez ligado, devemos seguir as instruções ouvidas durante uma caminhada de 90 minutos pela cidade. Ariel Dávila e Chistina Ruf, os criadores do tour, chegaram um mês antes à cidade onde fizeram uma pesquisa histórica. Assim, o espectador entra na catedral da cidade para conhecer, na verdade, a história da antiga matriz incendiada. Há uma trama policial, supostamente estamos ouvindo a gravação deixada por alguém, cuja vida estava ameaçada justamente pela investigação que fazia. Alguém quer que percamos a memória é o mote da gravação. Quem? Com que interesse? As respostas o espectador é levado a procurar em si mesmo.Poderia ser um tour histórico quase banal, não fosse a sensibilidade na escolha de detalhes arquitetônicos - uma placa que faz citação a um salmo, três incríveis imagens de sereias - e a forma como a dupla ''''trabalhou'''' sobre a história de Rio Preto. A grande qualidade desta criação singular está no trânsito que provoca no espectador entre a memória mítica e a particular. Mais que a Rio Preto, o tour nos religa a um imaginário coletivo e valoriza, em nós, o resíduo individual dessa memória comum. Quem viveu essa experiência, certamente não a esquecerá."
miércoles, julio 18, 2007
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